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LIRAa 2026 aponta índice inferior para dengue ao registrado em 2025 no município

19/02/2026

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Créditos: Magda Rabie

Levantamento realizado em janeiro indica redução na infestação do mosquito Aedes aegypti, mas município segue em alerta e reforça cuidados da população

O primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, realizado em janeiro, apresentou índice de infestação predial do mosquito da dengue inferior ao registrado no mesmo período de 2025. Apesar da redução nos indicadores, o município permanece em situação de alerta e reforça a importância de que a população mantenha os cuidados dentro de casa.

Até o momento, o município registra um caso confirmado de dengue e sete em investigação. Mesmo com baixo número de casos positivos, o alerta se mantém devido à presença de focos identificados nas coletas de larvas.

A prefeita Sirlei Silveira destacou que, embora os números sejam mais positivos em relação ao ano anterior, o momento ainda exige responsabilidade coletiva. “Ficamos satisfeitos com a redução do índice em comparação a 2025, mas isso não significa que podemos relaxar. A prevenção depende do cuidado diário de cada morador. Precisamos que todos façam a sua parte para evitar a proliferação do mosquito e proteger nossas famílias”, afirmou.

Ações em andamento no Município

Entre as ações em andamento estão o Levantamento de Índice mais Tratamento (LI+T), com aplicação de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI); monitoramento quinzenal nos Pontos Estratégicos; vacinação de jovens de 10 a 14 anos (feitas nas Unidades Básicas de Saúde Santa Teresinha, Mundo Novo, Empresa, Dr. Mariozinho e Santa Cruz da Concórdia. Também são feitas vistorias em locais com denúncias.

A prevenção começa dentro de casa. “É fundamental eliminar recipientes que acumulem água, manter caixas d’água bem vedadas, limpar calhas e ralos, descartar corretamente pneus e entulhos, trocar diariamente a água dos animais e manter piscinas tratadas. O combate à dengue é uma responsabilidade coletiva e a participação da comunidade é essencial para manter os índices sob controle”, destaca o coordenador da Vigilância Sanitária, Mário Luiz Dias.

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